sexta-feira, 5 de setembro de 2014

O Que Penso do Amor.


   


Construir momentos, sair  com amigos e brincar de filosofar, encontrar saída para todos os problemas que nos afligem, tomar algumas bebidas, uns bebendo cerveja, outros wiscky  e aqueles que misturam de um tudo. O importante é se permitir. Não fazer julgamentos e se possível esquecer bobagens ditas.

Nesses momentos muitas vezes estamos sujeitos a sermos surpreendidos por troca de olhares, palavras ou  gestos,  fazendo entender o  mergulho em algum olhar interessante,  levando a outros pensamentos e se ao mesmo tempo nos dermos a permissão, veremos fatos até poucos instantes inexistentes, fazendo esquecer espaços sonhados, nos inspirando a construir novos cenários.

Esticar a noite e ir comer pizza, sentir o toque de quem estava presente e não enxergávamos, encontrando novo sorriso. A noite se fazendo mais agradável, os amigos já empolgados por um clima o qual não mais disfarça. Transcrevendo em faces: timidez e euforia.

Sair por ai de uma solidão a dois, por ser dor maior a estar sozinho. Sair e voltar para casa, não voltar sozinho. 

Permitir encontrar em novo sorriso, não o desejo de preencher espaços e sim de estar presente. Comunicar e registrar a felicidade. O sorriso a dois e a inexistência de expectativas, não fazer planos, mas,  estar de mãos dadas.

O amanhecer entre lençóis entrelaçando um despertar de novos sentimentos, sorrindo feito bobos  e se encontrando em meio a carícias. Jogar tudo para o alto. 

Sair em busca do nascer do sol e ir até  ele se por.  Caminhar  por entre novas ideias,  sem promessas ou assumindo papéis.

Viver a sensatez da maturidade, saber esperar com a mesma felicidade de entender a despedida. Alimentar a vontade de cuidar, sem o precipício das paixões. 

O aqui e o agora, simplesmente assim.

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