Construir momentos, sair com amigos e brincar de filosofar, encontrar saída para todos os problemas que nos afligem, tomar algumas bebidas, uns bebendo cerveja, outros wiscky e aqueles que misturam de um tudo. O importante é se permitir. Não fazer julgamentos e se possível esquecer bobagens ditas.
Nesses momentos muitas vezes estamos sujeitos a sermos surpreendidos por troca de olhares, palavras ou gestos, fazendo entender o mergulho em algum olhar interessante, levando a outros pensamentos e se ao mesmo tempo nos dermos a permissão, veremos fatos até poucos instantes inexistentes, fazendo esquecer espaços sonhados, nos inspirando a construir novos cenários.
Esticar a noite e ir comer pizza, sentir o toque de quem estava presente e não enxergávamos, encontrando novo sorriso. A noite se fazendo mais agradável, os amigos já empolgados por um clima o qual não mais disfarça. Transcrevendo em faces: timidez e euforia.
Sair por ai de uma solidão a dois, por ser dor maior a estar sozinho. Sair e voltar para casa, não voltar sozinho.
Permitir encontrar em novo sorriso, não o desejo de preencher espaços e sim de estar presente. Comunicar e registrar a felicidade. O sorriso a dois e a inexistência de expectativas, não fazer planos, mas, estar de mãos dadas.
O amanhecer entre lençóis entrelaçando um despertar de novos sentimentos, sorrindo feito bobos e se encontrando em meio a carícias. Jogar tudo para o alto.
Sair em busca do nascer do sol e ir até ele se por. Caminhar por entre novas ideias, sem promessas ou assumindo papéis.
Viver a sensatez da maturidade, saber esperar com a mesma felicidade de entender a despedida. Alimentar a vontade de cuidar, sem o precipício das paixões.
O aqui e o agora, simplesmente assim.

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