domingo, 17 de maio de 2015

Esqueci o cartão de crédito.

Estava a caminho de fazer mais uma noite feliz.  Quem sabe um novo amor feliz. Desses que quando muito jovem,  não tem restrições.  Fazer da vida um grande parque, muitas luzes ao meu ver. Momentos intensos, medos e tudo o que nos rodeiam. Fui, me chamando de inconsequente e em outros de coragem, só sei que fui. Resgatando a juventude ainda mantida.
Ao chegar. Era apenas um ingresso, desses que compramos rápido, tudo seria resolvido, até inconscientemente, mas, eu teria nesse caminho, esquecido em alguma gaveta, a fonte da compra. Houveram muitos papos, com o motorista.  Optei fluir, em minha cidade de táxi, o motorista me falava  do consumimos de sua mulher. O quanto, o que esqueci em casa, nos faz levar a comprar o que nem precisamos, o quanto vivemos na vida de impulsos.
Permitir a não fazer, não ir. Seguir o caminho traçado, objetivos e ir ao aniversário de uma amiga, mesmo por que, ela em sua leveza, me faria seguir. Sorri muito e muito me diverti, fomos ao salão e muito dançamos, nos jogamos no passeio da vida.
Não precisamos de muito, o que precisamos estar, assim, ao lado. Um bom papo, boa amizade, quanto menos exigentes maior a sabedoria. Desses muitos amores, em que nos permitimos viver e nos jogamos de novo no passeio da vida. Não são sopros. São maneiras diferentes de se dizer , ser feliz.

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